Clic on "Select language" and choose the language in which you want this page to be automatic translated by Google.
Apontamentos sobre o Cristianismo Primitivo
Rompimento de barreiras, abrigo oferecido e refeição compartilhada:
Olhares sobre o Evangelho de Lucas
Luciano José de Lima*
Cristianismos: no princípio era a pluralidade
Assim como o judaísmo do primeiro século, os grupos de seguidores e seguidoras de Jesus eram bastante diversificados, não havia uma uniformidade na forma de pensar a figura de Jesus, a fé, a liturgia ou alguma doutrina. Assim como havia pluralidade no judaísmo, também o movimento cristão era multiforme, com diversificadas experiências fundantes, variadas concepções originárias. Ildo Bohn Gass relembra-nos que, na medida em que o cristianismo foi se oficializando como religião do Império Romano, cresceu uma tendência para a uniformidade e assim a história da igreja foi escrita como se esta fosse um grupo unívoco desde o princípio, anulando assim a multiplicidade de experiências e a diversidade hermenêutica sobre o sentido da vida e ensinamentos de Jesus de Nazaré. Em grande medida, tal leitura uniformizadora resulta da historiografia eclesiástica que possui em Eusébio de Cesaréia (século IV) sua mais expressiva manifestação.
Existiram vários ciclos difusores do evangelho, a boa notícia era pensada e interpretada em contextos culturais diferenciados. Por exemplo, havia grupos que formavam comunidades na região da Palestina, diferentes entre si; comunidades galilaicas onde nasceria o Evangelho de Marcos; comunidades na transjordânia, onde possivelmente teriam surgido as primeiras etapas do Evangelho de João; além da famosa comunidade de Jerusalém, de cujas memórias restam apenas fragmentos exportados e citados nos Atos dos Apóstolos, fora do contexto palestinense. Sem desconsiderar os diferentes períodos de cada obra evangélica, marcados pelos peculiares desafios e visões.
Já no caso dos cristianismos originários extra-palestinos, isto é, que se desenvolveram fora de Israel, encontramos grupos de difusão evangélica formando comunidades na fronteira oriental da Síria, na cidade de Edessa, bastante diferente da mensagem cristã de Paulo, lá teria sido escrito o apócrifo Evangelho de Tomé. Um ciclo que desejamos destacar é aquele que, diferente do modelo da Judéia, formou comunidades abertas a pessoas de matriz cultural judaica, bem como pessoas de outros contextos culturais, em suma, gentios. Aqui encontramos as comunidades helenistas que se organizaram em torno de Antioquia, capital da província romana da Síria e local em que os cristãos, segundo Atos 11.26, foram assim chamados pela primeira vez. É aceita a hipótese de que tenha sido no contexto destas comunidades antioquinas a elaboração do Evangelho de Lucas e do livro de Atos dos Apóstolos.
A pluralidade das comunidades cristãs originárias é um desafio para a nossa hermenêutica, bem como para a nossa prática de fé, sobretudo em tempos de posturas fundamentalistas e anti-ecumênicas que atualmente vivenciamos. Descobrir a diversidade como um convite ao respeito e à fraternidade. Aqui cabe a frase de Santo Agostinho de Hipona que, por ser usada por John Wesley, passou a ser atribuída a ele por muitos metodistas: In necessariis unitas, in dubiis libertas, in omnibus caritas (no essencial unidade, no não essencial liberdade, em tudo o amor).
Aos meus amigos[*]: Para Teófilos/as de ontem e de hoje, uma narração ordenada
Segundo alguns estudiosos da exegese histórico-crítica, Lucas e Atos seriam dois volumes de uma única obra, e mesmo separados guardam sinais de um mesmo autor, que segundo a antiga tradição cristã teria sido Lucas, o médico companheiro de Paulo mencionado na epístola deuteropaulina aos Colossenses[†] (4.14). A obra tem como margem histórica de redação o período entre os anos 80 e 90 d.C., Carlos Mesters o fixa em torno de 85 de nossa era.

O Evangelho de Lucas (assim como Atos dos Apóstolos), é dedicado a um certo Teófilo (Lc 1.3; At 1.1). Muitos acreditam se tratar de uma pessoa específica a quem a obra é oferecida, um possível financiador da publicação, o que é uma hipótese aceitável. Todavia, seguimos neste texto uma proposta diferente, que também encontra respaldo entre os exegetas. O termo Teófilo indica uma pessoa amiga de Deus, esta é a etimologia do nome (Theós = Deus e filos = amor de amigo). Temos uma obra endereçada a todas as pessoas que se descobrem amigas de Deus, comprometidas com o Reino através do seguimento de Jesus. A estes e estas é oferecida uma narração ordenada para versar sobre os ensinamentos recebidos (Lc 1.4). Era preciso uma memória/narrativa do significado de ser seguidor de Jesus, e por isso mesmo amiga/o de Deus, no contexto da comunidade gentílica no século I d.C. Uma comunidade desafiada a redescobrir a misericórdia que se revela no caminho do Reino de Deus.
Uma comunidade com muitas barreiras e pouca amizade
O contexto histórico e social subjacente à comunidade lucana é marcado por tensões entre grupos dentro da comunidade, isso sem contar os problemas externos vividos por grupos cristãos em algumas regiões do Império Romano. A biblista Mercedes Lopes afirma que após a destruição de Jerusalém no ano 70, por ação direta do exército imperial, intensificou-se um distanciamento entre grupos cristãos oriundos da cultura judaica e de grupos cristãos de origem gentílica. Os primeiros afirmavam que a abertura aos “pagãos” não vinha dos ensinamentos de Jesus, gerando intensos conflitos e reações por parte destes últimos.
Diante disso, o autor do Evangelho ordena sua narrativa, que se torna a confissão de fé de sua comunidade, de modo a mostrar nos ensinamentos e ações de Jesus a superação dessas barreiras entre grupos que alegavam ser mais puros e mais cristãos que os outros, o que concretamente definiria também quem deveria ter o poder/controle na comunidade. Isso levou a dificuldades inclusive na celebração eucarística, pois havia a recusa em se assentarem na mesma mesa para celebrar a memória e a presença de Jesus.
O texto evangélico insiste em uma universalidade da
missão de Jesus. Enquanto Mateus apresenta uma genealogia que liga o Nazareno a Abraão, Lucas estabelece uma linha entre Jesus e Adão, incluindo toda a humanidade (Lc 3.38). Recorda pessoas estrangeiras agraciadas por Deus na tradição veterotestamentária, tais como a viúva de Sarepta de 1 Reis 17 (Lc 4.27) e Naamã de 2 Reis 5 (Lc 4.27). Somente em Lucas (10. 1-16) aparecem setenta e dois discípulos enviados. Conforme Ildo Bohn Gass afirma, pode haver aí uma relação com o fato de a Septuaginta mencionar em Gênesis 10 a existência de setenta e dois povos. E o mais radical exemplo do não-judeu como figura de ação misericordiosa de Deus está na parábola do Bom Samaritano. Considerado o povo que personificava a impureza, é justamente um deles que se faz próximo, encarnando em seus gestos a presença do amor divino na história humana.
Além das barreiras de caráter étnico-cultural, devemos recordar que o excesso de taxas, impostos e tributos no contexto imperial era um gerador de grande pobreza. O progressivo processo de endividamento levava famílias inteiras à escravidão. Muitos dos convertidos eram oriundos deste setor da sociedade, mas com o tempo, algumas pessoas um pouco mais abastadas, entraram na comunidade e reproduziam dentro desta as estruturas de discriminação entre pessoas da sociedade. E isso era visto por muitos como natural. É necessário que se compreenda que no mundo romano a mesa funciona como uma espécie de expressão da ordem social, por isso é inconcebível que pessoas de classes diferentes da sociedade tomem assento na mesma mesa, era estranha para as convenções a prática da comensalidade aberta, própria do movimento de Jesus. Os valores de honra e vergonha que governam sociedades antigas consideram um ato escandaloso pessoas de diferentes lugares sociais partilharem da mesma mesa.
O problema se intensifica, pois o cristianismo entende Deus como um Deus que compartilha. Paulo, quando se refere a isso, afirma ter aprendido pessoalmente de Deus, e os cristãos e cristãs, através destes gestos, afirmam concretamente que são irmãos e irmãs. Vale lembrar que o radical do termo traduzido por irmão (adelfos), é adelf, cujo sentido designa aqueles/as que compartilham. Qualquer que seja a razão alegada, não compartilhar, não viver em comunhão, é negar o sentido de ser amigo ou amiga de Deus.
O Espírito do Senhor está sobre mim: soprando contra a miséria
Diante desta gama de problemas, a comunidade busca em Jesus, em seus ditos e em seus feitos, o sentido para enfrentar com fé o anti-caminho trilhado. Parafraseando Carlos Alberto Libânio Christo (Frei Betto), Lucas faz da escrita a tentativa de organizar o caos interior da comunidade, uma narração organizada pela esperança que com-fraterniza todas e todos, lembrando que o Reino não é uma hierarquia como no império, com o trono imperial acima legitimando as barreiras. Ao contrário, o Reino de Deus tem uma mesa no centro e em torno dela assenta-se toda humanidade.

Há um destaque muito grande para a ação do Espírito Santo no Evangelho, como aquele que impulsiona a missão de Jesus e da comunidade. Tal como na origem da criação, soprando e colocando ordem no caos (as águas primordiais de Gênesis 1.2), o Espírito aparece no Evangelho (Lc 4.18-19) a ordenar o mundo, conforme a esperança profética do jubileu ressignificado do Trito Isaías (61.1ss). Vem sobre o homem Jesus de Nazaré e anuncia a Boa Notícia para os pobres, a libertação desta e de todos os desdobramentos da miséria que fere a forma de organizar a vida no Reino de Deus.
O Espírito do Senhor sopra em defesa da justiça para com os pobres. Mas o que significa a pobreza? Não são raras as vezes que uma hermenêutica comprometida com o desejo de poder transformou os pobres em figuras idílicas, criando a figura do “humilde” que sendo rico, faz sua parte e segue com a consciência tranqüila em um mundo que assegura sua boa vida e não muda estruturalmente em nada.
O termo pobre no evangelho é ptochoi, que vem de ptochos, uma expressão adequada para designar uma pessoa indigente. No mundo antigo de língua grega existem duas palavras utilizadas para designar a pessoa pobre, a saber: penes, de onde vem penúria, que caracteriza alguém que precisa trabalhar duro em estabelecimentos comerciais ou nos campos para se garantir, sem ter tempo para o lazer, a política, a paidéia (formação) ou para a guerra(atividades próprias dos plousioi, os ricos); já o termo ptochos, citado no Evangelho, significa aquele/a que fica completamente à margem até para os pobres. Segundo Crossan, trata-se de uma pessoa desprovida dos laços familiares e sociais, podendo ser um andarilho, e por isso um estrangeiro para todos. Para se ter uma idéia, na Grécia clássica, Aristófanes escreveu uma comédia na qual a personagem de nome Crêmulo afirma que penes e ptochos significavam a mesma coisa, então a Pobreza (penes) aparece personificada e ofendida procura defender-se da calúnia, reafirmando a diferença. Podemos dizer que ptochos é o pobre dos pobres.
Assim, quando o Evangelho fala de pobreza, está falando de uma situação bem concreta. E ser amigo de Deus implica em trabalhar para que os laços familiares e sociais sejam tecidos com dignidade e justiça. O que se confirma na versão de Lucas para as bem-aventuranças, pois o termo macarioi (bem-aventurados) designava uma felicidade social, humanamente concreta e “divinamente aprovada”, como recorda Crossan. Tanto é que o termo era utilizado como referência a grandes dignatários do mundo Greco-romano (o termo correspondente ao grego macários é o termo latino Felix, como utilizado para designar Marco Antonio Felix, procurador da província romana da Judéia entre 52 e 60 d.C. e que aparece em Atos 24). Ao utilizar o termo equivalente para os pobres, o Evangelho busca defender a dignidade de todos os excluídos. E ser movido pelo Espírito que inspirou Jesus, isto é, ser amigo de Deus, implica em fazer o mesmo. Declarar bem-aventurados os pobres significa comprometimento em conferir a dignidade que foi roubada de muita gente empurrada para a miséria.
Um caminho, um estrangeiro e a descoberta de um novo olhar
Um dos pontos culminantes do Evangelho de Lucas, dentro deste quadro referencial que desejamos pintar, está no capítulo 24. Todo o capítulo é um bloco sobre a ressurreição e é à luz deste que todo o evangelho deve ser lido, assim como toda a primeira epístola de Paulo aos Coríntios deve ser lida à luz do capítulo 15, conforme ensina Milton Schwantes.
Dentro do bloco, mais especificamente em Lc 24. 13-35 temos a conhecida narrativa dos caminhantes de Emaús, que reflete sobre onde a comunidade encontra o ressuscitado. Essa narrativa reflete a crise vivida pelas comunidades, perseguição fora e discriminação e desunião dentro. Em torno dos anos 80, situações mortais por todo o lado, o vazio, a sensação de caos e a dor de não mais saber se estavam no caminho correto, assim como hoje quando nos deparamos com o desemprego, com a corrupção, as exclusões alimentadas ideologicamente pelo sistema neoliberal, além da indiferença das igrejas, mais preocupadas em transformar a idéia de evangelização num mega projeto de arrebanhamento das massas de ofertadores, sem com isso perceberem que estão apenas reproduzindo o que há de mais insensato e selvagem na lógica idolátrica do mercado. Com a diferença que recheiam o discurso do capital com citações bíblicas.
Os impérios de ontem e de hoje agem de modo a sufocar a esperança, o poder que matou Jesus na cruz parecia ter eliminado também a esperança de quem o seguia. Muita gente fugindo, perdida em descaminhos e anti-caminhos. A fé na ressurreição aparece, como recorda Bohn Gass, “num longo processo de amadurecimento”, no qual as mulheres foram as primeiras a terem seus olhos abertos. A comunidade de Lucas, diante de tantas situações desanimadoras, precisava redescobrir qual o sentido da fé no Cristo ressurreto. É na tentativa de muitas discípulas e discípulos que buscavam reestruturar a esperança (voltando a se articular e reorganizar o movimento do Reino de Deus, enfrentando de modo não-violento as perseguições externas e também encarando as disputas e exclusões internas) que o Evangelho de Lucas tece sua narrativa. Os discípulos no caminho de Emaús, um homem, citado pelo nome, conforme os costumes da sociedade patriarcal mediterrânea e a pessoa que o acompanha sem ter seu nome mencionado, é bem provável que seja uma mulher. Ambos são o retrato da comunidade desanimada que diante da derrota do mestre, trilham o caminho contrário. Como manter-se firme diante do caos postulando a fé nas idéias de um profeta mal sucedido? ... nossas autoridades o entregaram à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele a redimir Israel (v. 20b e 21).
Grupos cristãos de olhos vendados para o amor e a partilha com os pobres e aqueles que não postulam a mesma tradição cultural, não percebem o Cristo, mesmo que este esteja ao lado. Um importante detalhe é que Cléofas, quando indagado por Jesus, chama-o de paraikos, uma expressão que designava os estrangeiros pobres que viviam nas margens das cidades do mundo greco-romano. Uma forma sutil de Lucas dizer à comunidade que esta é incapaz de enxergar. Mesmo assim, o Cristo continua interpelando, reacendendo os corações com o sentido das Escrituras, deixando, ao mesmo tempo que estes exponham suas dores, numa jornada também terapêutica. Até que Jesus faz de conta que vai seguir adiante, pois em nome da liberdade que interpela sem forçar nada e nem ninguém, é bom fazer de conta.
Palavras que ardem no coração não são suficientes se não culminam na acolhida e na partilha, não basta sentir o coração estranhamente aquecido se isso não desemboca no compartilhar que irmana e liberta. Assim, o estrangeiro, antes discriminado, agora é convidado. As barreiras começam a cair, as vendas a desatar. O ápice se dá quando sentados à mesma mesa (comensalidade) o pão é repartido. Quando isso acontece descobrem o Cristo ressuscitado naquele outro, e em todos os outros antes discriminados.

O ressuscitado desaparece. Rubem Alves recorda inspirado na obra de Salvador Dali sobre a última ceia, que mais importante do que ver Deus, é ver através de Deus. O Cristo se torna transparente para que a vida seja vista por meio dele, e por isso é possível encarnar na própria existência comunal o Cristo ressuscitado, vivo no meio de nós. A presença do divino foi reconhecida quando a ressurreição virou um modo de encarar a vida, de vivê-la na experiência que passa por palavras que ardem no peito, mas só são reais se provocam o acolhimento do outro, o Cristo. Usando as palavras de John Dominic Crossan: A vida ressurreta e a visão ressuscitada aparecem como abrigo oferecido e refeição compartilhada...Ainda precisamos das Escrituras e da eucaristia, da tradição e da mesa, da comunidade e da justiça; do contrário, a presença divina não é reconhecida e os olhos humanos não se abrem.
O amor imorredouro que constrói pontes em lugar de muros, rompe barreiras erguidas pelo preconceito de qualquer natureza (seja social, cultural, religioso, político ou sexual) e faz do outro um companheiro (cum + panis), inaugura novos olhares sobre a vida, inspirando renovadas e renovadoras ações que fazem de todos os dias vivências de ressurreição.
*Reverendo Luciano Lima: pastor da Igreja Metodista do Brasil, Mestre em História pela UFRJ e membro do Movimento de Fraternidade de Igrejas Cristãs MOFIC São Paulo. E-MAIL: lvcivs@hotmail.com
Sugestões de Leitura:
ALVES, Rubem. Creio na Ressurreição do Corpo: Meditações. Rio de Janeiro: CEDI, 1992.
BOHN GASS, Ildo. Uma introdução à Bíblia: As comunidades cristãs da primeira geração. São Paulo: Paulus & São Leopoldo: CEBI, 2005.
BOHN GASS, Ildo. Uma introdução à Bíblia: As comunidades cristãs da segunda geração. São Paulo: Paulus & São Leopoldo: CEBI, 2005.
CROSSAN, John Dominic. O nascimento do Cristianismo: O que aconteceu nos anos que se seguiram à execução de Jesus. São Paulo: Paulinas, 2004.
ELLIOTT, Neil. Libertando Paulo: A justiça de Deus e a política do apóstolo. São Paulo: Paulus, 1997.
LOCKMANN, Paulo. Eucaristia, memorial da vitória da vida (Lucas 22, 14-23). Estudos Bíblicos, Petrópolis: Vozes & São Leopoldo: Sinodal, 1989.
MESTERS, Carlos & LOPES, Mercedes. O avesso é o lado certo: Círculos bíblicos sobre Lucas. São Paulo: Paulinas & São Leopoldo: CEBI, 1998.
SCWANTES, Milton. Projetos de Esperança: Meditações sobre gênesis 1-11. São Paulo: Paulinas, 2002.
WENZEL, João Inácio. O caminho do seguimento no Evangelho de Lucas. São Leopoldo: CEBI, 1998.
[*] Inspirado no título homônimo do Livro de Maria Adelaide Amaral, publicado em 1992.
[†] Para uma maior discussão sobre o tema da redação das Epístolas Paulinas ver: ELLIOTT, Neil. Libertando Paulo: A justiça de Deus e a política do apóstolo. São Paulo: Paulus, 1997, p. 39 – 77.
Este sítio foi construído com
por Marc Storms da Infofluxo.
